Fui mostrar para JuSampaio esse link, e ela falou “Ah, Elisa, eu já vi isso em vários blogs e acho que já recebi até por e-mail”. Pensei duas coisas quando ela me disse isso: uma, o cara é mesmo bom. Duas: esqueci. Então, para continuar propagando o que há de bom, apresento-lhes Yeondoo Jung. Um artista coreano, superinteressante, que fez esse trabalho lindo que está aí em cima. Ele pegou desenhos de crianças e fotografou as cenas com personagens reais e mais algumas intervenções. Tem coisas lindas, engraçadas e inteligentes. É legal clicar e conhecer mais o trabalho dele. Tem também um documentário feito em um só take que eu estou supercuriosa para ver. Tá acabando de downloadar aqui. Bom, é isso. Queria terminar com uma palavra em coreano, mas eu esqueci.
A exposição audiovisual sobre a Bossa Nova, que está acontecendo em São Paulo, é maravilhosa e universal!!
Uma grande viagem no tempo, que mostra a criação da incrível revolução estética que a música popular sofreu no Brasil, entre 1958 e 1964, e a sua influência nas nossas vidas e na de tantas outras em outros continentes!! São milhares de livros, cartazes, partituras originais, filmes com shows memoráveis, discos de vinil ouvidos em jukeboxes, instalações nas praias e noites do Rio, encontros virtuais na calçada de Copacabana, projeção holográfica com Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Vinicius, Elis, Tom Jobbim, Sarah Vaughan cantando Garota de Ipanema juntos, fusquinha dos anos dourados, câmara anecóica para mostrar que o silêncio que existe entre as notas musicais fez da Bossa Nova uma linguagem única, sofás confortáveis para assistir a filmes hiper bacanas produzidos exclusivamente para o evento, e uma viagem aérea sobre o mar, que deixa a gente tonto de tão linda!!!
Imperdível!!! Levem também as crianças e adolescentes!!!
Olha o Radiohead inovando novamente com um clipe de deixar qualquer artista – digital ou não – de queixo caído.
O clipe, denominado House of Cards, não usou câmeras nem iluminação em sua produção. Em vez disso, usou duas novas tecnologias que criam um sistema de escaneamento a partir de lasers. Para capturar a performance de Thom Yorke, foram utilizados 64 lasers, cada um disparado 900 vezes por minuto em 360 graus. O resultado é impressionante.
Era “O Escafandro e a borboleta“, de Jean Dominique Bauby. Lembro que eu comprei depois de ler um artigo na “Elle” e lembro que eu ainda não tinha terminado, mas já estava gostando muito quando recomendei.
Acabei de chegar do Belas Artes. Fui ver “O Escafandro e a Borboleta“, do diretor Julian Schnabel. Eu poderia falar sobre a estória do filme, o derrame de “Jean-Do”, no auge da sua carreira como redator-chefe da “Elle” francesa. Eu poderia falar também que ele escreveu um livro inteiro apenas piscando o olho esquerdo. Poderia mencionar a atuação linda de Mathieu Amalric, a genialidade do diretor e mais um monte de coisas. Mas eu quero falar mesmo é do que eu senti. Da vontade de chorar, de abraçar alguém bem forte, de sair do cinema. De voltar amanha e assistir tudo outra vez. Eu quero falar, mas é bobagem minha. Porque eu nunca vou conseguir explicar quão angustiante, quão arrebatador é o filme.
Quero falar da minha volta pra casa, chorando feito uma criança, lavando a alma.
Quero dizer um “desculpa” bem grande, pela pieguice e, talvez, pelo exagero. Mas quero dizer um “ainda bem” maior ainda. Ainda bem que eu vi. Ufa.
Onde:
Belas Artes
Belas Artes 1 - 14:45, 17:00, 19:15, 21:30
Ponteio Lar Shopping
Ponteio 1 - 14:00, 16:30, 19:00, 21:30
Pra quem julgava que o o funk carioca tem letras rasas como um pires, este post está aqui pra provar que a complexidade narrativa de uma letra de funk aliado a linguagem nouvelle vague pode criar um clássico cult capaz de fazer qualquer crítico pensar duas vezes antes de imaginar esse cruzamento “bizarro”. Com vocês : L’Atolerette (em português= Atoladinha)
Gostaria de enfatizar que o surgimento do comércio virtual acarreta um processo de reformulação e modernização das diretrizes de desenvolvimento para o futuro. Acima de tudo, é fundamental ressaltar que a execução dos pontos do programa desafia a capacidade de equalização dos níveis de motivação departamental. No mundo atual, o consenso sobre a necessidade de qualificação assume importantes posições no estabelecimento dos métodos utilizados na avaliação de resultados. Nunca é demais lembrar o peso e o significado destes problemas, uma vez que o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos maximiza as possibilidades por conta dos procedimentos normalmente adotados.
A nível organizacional, a valorização de fatores subjetivos garante a contribuição de um grupo importante na determinação das novas proposições. O que temos que ter sempre em mente é que a adoção de políticas descentralizadoras aponta para a melhoria do sistema de formação de quadros que corresponde às necessidades. Neste sentido, o desafiador cenário globalizado agrega valor ao estabelecimento das formas de ação.
Todas estas questões, devidamente ponderadas, levantam dúvidas sobre se o início da atividade geral de formação de atitudes representa uma abertura para a melhoria do impacto na agilidade decisória. Por conseguinte, o aumento do diálogo entre os diferentes setores produtivos faz parte de um processo de gerenciamento do remanejamento dos quadros funcionais. Todavia, a percepção das dificuldades prepara-nos para enfrentar situações atípicas decorrentes das diversas correntes de pensamento.
Hoje eu quero agradecer ao Alexandre Inagaki, que postou sobre o lançamento do livro “O verão do Chibo” e assim me fez chegar até o zine A Hortaliça, onde eu descobri um dos melhores minicontos que já li na vida. Este aqui:
:: FOIE GRAS PARA O REI :: Emilio Fraia, no ápice de sua fase pato
tenho a impressão, qüén, de que tomamos o castelo, qüén-qüén, que o bater panelas é nosso, que a gente está mais dentro do que nunca, que aquele ali na cozinha, de faca na mão, qüén, vai nos ajudar, vai sim, que essas cebolas e tomates, qüén-qüén, isso tudo, qüén, é o nosso plano dando certo.