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Diário de Bordo

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Anúncio 2.0

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O Marcello Queiroz, Diretor de Redação do Jornal Propmark, convidou a Lápis Raro e mais cinco agências para fazerem um anúncio de meia página (cada uma) sobre o tema Dia Internacional da Mulher. O briefing é simples. Temos total liberdade para criar a homenagem pela perspectiva que julgarmos mais pertinente e interessante: pode ser o avanço da mulher no mercado de trabalho, a disputa Hillary x Obama, o sexismo ou outros problemas sociais e comportamentais.

Fiquei feliz e honrada com o convite, afinal de contas somos três mulheres na direção da Agência, o que, sem trocadilho, é raro. Acontece que a nossa melhor qualidade não é sermos mulheres, mas sermos apaixonadas por aprender e por comunicação. Assim, proponho fazermos um anúncio 2.0, já que esta é uma das mais importantes discussões da comunicação atual: um brainstorm participativo. Todo mundo está convidado a dar idéias, sugerir caminhos, criações, etc. Quem topar participar vai estar autorizando automaticamente a utilização parcial ou integral de suas idéias geniais, devidamente analisadas, transformadas e complementadas pela nossa equipe de criação. A Lápis Raro vai assinar o anúncio, ressaltando que ele foi feito a partir de um brainstorm coletivo aqui no nosso blog. Pra variar, o prazo é curto. Então corra, que só serão consideradas as sugestões que chegarem até segunda-feira, 03/03/08.

Como mulher, só posso terminar dizendo que todo ser humano, independente de gênero ou orientação sexual, será muito bem-vindo nesta nossa tempestade. Vamos começar?

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Comentários:
52
  • Oi. Meus Amigos . Tudo bem? Espero que todos estejam bem com a graça de DEUS. Muita Saúde, felicidades e muito sucesso. Estou escrevendo para voces ,porque eu queria muito realizar o sonho da casa própria. Meus pais pagam aluguel com muita dificuldade. Meu pai é aposentado e ganha R$ 500,00 por Mês e paga R$ 240,00 de aluguel. Pagar aluguel não é fácil , a gente tem que deixar de comer para pagar o aluguel. È o meu sonho e de minha família ter a nossa casa própria. Meus pais tem medo de comprar uma casa pelo BANCO e não aguentar pagar as prestações por causa dos juros. E a gente não temos dinheiro para dar de entrada. Eu ganho um salário minimo. Como a minha família pode fazer para comprar uma casa? Eu moro em CATAGUASES, MINAS GERAIS. Aqui em minha cidade tem muitas casas para vender , tem casas que estão estragando de tanto ficar fechadas e abandonadas. Eu acho uma pena, eu fico cada dia mais triste em não poder fazer nada. Eu gostaria muito que voces me ajudassem a organizar minha vida. Quem sabe os SENHORES conhecem um dono de uma imobiliária que poça me ajudar? Eu estou sofrendo muito , queria muito realizar o meu grande sonho . Peço com amor, com carinho, com humildade. me ajudem POR FAVOR . Eu peço a DEUS todos os dias que alguém me ajude a realizar o meu grande sonho de ter a nossa casa própria. Me ajude meus queridos amigos . DEUS vai iluminar o coração dos SENHORES . Deus vai realizar o meu grande sonho. Fiquem com DEUS . Abraçosss LUCIMAR Peço uma doação por favor:Nome: Lucimar Santos de OliveiraBANCO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Agencia: 0108Conta: 013 1830-8Cidade: CataguasesEstado : Minas GeraisPaìs : Brasil

  • Moro em Uberlândia e infelizmente só hoje pude acompanhar a idéia de uma campanha web 2.0. Achei fantástica a idéia. Cheguei tarde, mas quero dar os parabéns pela estratégia diferente e ousada para a campanha.

    Abs.

    Gustavo.

  • […] Depois de pronto, surgiu a idéia da adaptação em vídeo. Mais detalhes sobre este processo aqui e […]

  • Tem uma figura não mto lembrada. Chama-se Angela Davis. Além da questão étnica, Angela também se preocupava com questão social. Nascida no Alabama (se não me engano) é uma liderança feminina importantíssima, sobretudo na década de 60 nos outros tempos sombrios na américa. Vale a pena uma leitura e acrescentar. Bom … como estou sem tempo, deixo este comentário a titulo de repertório.

    Deixo uma frase dela para possíveis samplers e recombinações:

    “…as pancadas mais fortes são desferidas pelas palavras, muito mais que pelos punhos; todavia, algumas vezes, é necessário se valer dos punhos para que se possa consolidar uma conquista!”

    Parabéns pela iniciativa da criação colaborativa.

  • carla madeira disse:

    Hoje já dia 4 e a Cris Guerra e o Daniel de Jesus já estão, depois de tantas idéias, criando o anúncio que vamos publicar.

    Achei maravilhosa a experiência do nosso anúncio 2.0. Agradeço a todos que colaboraram com essa reflexão rica, divertida e sensível sobre o Dia das Mulheres. Confesso que sempre tive um pouco de problema com essa data. Apesar de ser mulher e de ter vivido o desafio de construir a Lápis Raro em um ambiente dominado pelos homens (donos de agências, diretores de veículos), nunca senti que ser mulher tenha me atrapalhado ou ajudado. O fato é que a Lápis Raro é feita dessas duas energias, a feminina e a masculina, que, a mim, são essenciais. No entanto, toda essa discussão me fez pensar que, no mundo, muitas pessoas ainda vivem uma vida dolorosa e sem esperança, simplemente porque nasceram mulheres. Muitos sutiãs ainda precisam ser queimados, não porque queremos ser iguais aos homens – como abrir mão da potência fecunda de nossos côncavos e convexos? Não queremos negar o que nos define, não queremos que nos definam com o que queremos negar. Queimar sutiãs é topar revelar os nossos seios como eles são, as nossas diferenças como elas são. Explicitar e não negar (vou inventar essa simbologia, porque é dela que eu gosto quando penso em queimar sutiãs).

    Acho que ainda precisamos queimá-los, em alguns lugares, em praça pública, em outros, apenas simbolicamente, para que, ao nascer, cada menina se sinta dona de todas as possibilidades e potencialidades de viver, sem jamais, nunca, em nenhum momento, desejar ter nascido outra coisa.

    Em breve, o anúncio vai estar no blog. Muitos vão gostar, outros vão achar que poderia ser melhor etc. etc. etc. Mas, pra mim, o mais importante já aconteceu. Obrigada, pessoal.

  • biti disse:

    achei curioso que TODAS as mulheres deram sugestões e somento um HOMEM levantou a questão da exigência da remuneração.

    de resto, algumas boas idéias mas QUANTOS clichês, não?

    dia da mulher o caralho! me identifiquei com isso!
    rsrsrs
    bj

  • Cristiana Guerra disse:

    Nossa, Marcele, você é minha fã mesmo. Bonitinha. Tô aqui morrendo de rir. Um beijo pra você.

  • Carla Queiroz disse:

    Acho que tinha que ser um “anúncio gente”, do tipo a vida como ela é. Título: Mulher, tudo ao mesmo tempo agora.

    1- No supermercado, na sessão de hortifruti: Uma mulher comum, que trabalha fora, vai ao supermercado escolher alimentos frescos para seu bebê de, que repousa num BBConfort. no carrinho de compras.

    2- Ou então pode ser ela chegando em casa, descendo com as compras do carro, atendendo o celular e carregando o filho pequeno no colo.

    3- Ou ainda, em casa ela nem se trocou desde que chegou do trabalho, a mulher comum, de avental e scarpin faz uma sopa de letrinhas e legumes para seu bebê que sorri, no BBConfort instalado na bancada da cozinha, bem debaixo dos olhos da mãe.

    E aí, tem futuro?

  • Manuel disse:

    E se o anúncio chamasse para um link do youtube do video da Ana Carolina cantando “Eu Gosto é de Mulher”, do Ultraje a Rigor?

  • Marcele Sganzerla disse:

    Não querendo ser puxa-saco, mas eu sugiro uma foto da Cris Guerra passando batom no espelho de um banheiro, e umas palavras escritas por ela ao lado, porque ela é a mulher mais forte que ja vi na minha ida e merece uma homenagem do dia internacional da mulher.

  • Laura disse:

    Não sei se dá tempo para o anúncio. Se não der, fica a indicação do site, uma fonte muito interessante para pesquisa.

    http://www.memoriaviva.com.br.
    Nele, há uma seção chamada “Mulheres Pioneiras -Desbravadoras, mártires, primeiras a exercer uma profissão: Anaíde Beiriz, Anita Garibaldi, Maria Quitéria,…”.
    Histórias muito interesantes de mulheres que viveram muito a frente do tempo. Mulheres que se destacaram e que quase ninguém sabe que existiram. Uma pena! A importância delas para a literatura, música, moda, política, cinema, pintura etc… E elas nunca deixaram de ser lindas, femininas, sensuais, “frágeis” na medida certa.

    Destacando um grande feito de cada uma, de forma bacana, talvez já seria o suficiente para lembrarmos da “multicapacidade” da mulher e de coisas, as vezes simples, criadas por mulheres, e que tornam a vida bem melhor: uma boa música, uma bela poesia, uma roupa bacana, uma pintura, um acontecimento político (porque não? Quem nunca se emocionou com a história da Evita?)…etc etc etc…

    Para ajudar: Heroínas Baianas, de Bernardino José de Souza; As heroínas do Brasil, de Consuelo Pondé de Sena; Dicionário das Mulheres do Brasil, organizado por Schuma Schumaher e Érico Vital Brazil; Mulheres Brasileiras, da Galeria da Fundação Osório e Nossas Mulheres, edição especial da revista Cláudia de abril de 2000 em comemoração aos 500 anos do Brasil.

    bjos

  • adrilene dutra disse:

    Olá,
    adorei a iniciativa e agradeço a Rebecca pela indicação.

    bom, eu pensei em fotos de mulheres, apenas o rosto (tipo 3×4) de várias raças e logo abaixo a frase: Simplesmente Mulheres.

    abraços.

  • Victor B.V. disse:

    Oi,
    acho que posso dar uma contribuição melhor, porque hoje eu vivo em um mundo dominado pelas mulheres. Moro com minha mulher e minhas duas filhas, e são elas que mandam na casa. Tenho quatro chefes mulheres no trabalho. E passo três dias da semana na casa da minha mãe, que é separada do meu pai, e onde moram duas irmãs. Não tenho nada a reclamar, é um mundo maravilhoso, sensível, delicado, colorido… enfim, feminino.

    Acho que o título do anúncio deveria ser “O fim do Dia Internacional da Mulher”. Pode conter dados como o domínio das mulheres nas universidades, o avanço assombroso no mercado de trabalho, estatísticas de quantas mulheres são chefes da casa, etc. Claro que ainda não há igualdade, tem muita coisa pra mudar, mas o fato é que está mudando, e rápido. O fim está próximo. Ou então podemos criar o Dia Internacional do Homem, porque eu estou precisando!
    Abraços.

  • Tilico disse:

    O Alexandre Pires adorou a idéia do Germano. Tanto que fez até uma música com ela. O que é que eu vou fazer com essa tal liberdade, se estou na solidão pensando em você…

  • Ericsson Barbosa disse:

    Ola,

    Que bom Carol que gostou da ideia, quanto ao pensamento do Germano.br é bem interessante, mas acredito que essa “guerra” ou luta das mulheres ainda não teve fim ja que temos mulheres que ainda dependem de seu maridos financeiramente e as fazem aceitar ser surradas pelos mesmos. Pode ser repugnante coisas assim ainda existir em nossos cotidianos, mais acreditem, acontece e muito.

    Ps: As mulheres ja ganharam varias batalhas, mais ainda existem muitas a serem travadas evencidas por essas guerreiras.

    Então a ideia de passar que o mundo sem as mulheres não teria cor, alegria, graciosidade entre outros ainda me parece uma boa abordagem para o dia internacional das mulheres.
    Ao mesmo tempo que a campanha mostraria essa tristeza do mundo a peça tambem mostra o quanto o mundo vem aprendendo com a sabedoria e delicadeza feminina.

    Abraços e bjs.

  • germano.br disse:

    uma outra abordagem interessante que se pode dar a esse anúncio é meio que um “pós-guerra” realmente essas lutas, por mais atuais que sejam, estão saturadas e afinal, as mulheres já conquistaram sua independência:

    – financeira,
    – sexual,
    – intelectual,
    – e blá, blá, blá….

    então… cabe se falar mais de algo como: “o que fazer com essa tal liberdade” pq pós transformações, vivemos em um mundo onde se pode tudo e o grande problema é que nós não sabemos lidar com isso. não fomos preparados para viver no mundo livre. quando romperam as barreiras que nos prendiam a tais valores não criam formas de intruir a população para esse novo mundo!

    dia internacional da mulher, ótima opotunidade pra se pensar na mulher do futuro.

    consciente, atuante, dinâmica, lider, parceira… pq afinal as mulheres já “ganharam” muitas batalhas e não adianta mais travar essa guerra, nosso momento é de contruir o futuro!

    em 2008 fazem 152 anos dos protestos da industria textil de nova Yorke. inclusive essa abordagem tem muito mais haver com a Prop Mark, mais atual e visionária.

    enfim acho que dá até pra usar como título:
    “dia internacional da mulher, ótima opotunidade se pensar nos próximos 150 anos das mulheres.”

    bem, fica a dica… divirtam-se!

  • Carol Martins disse:

    Voltei!
    Adorei a idéia do Ericsson Barbosa, acho que deveria vir a frase: “O mundo sem elas” em letras duras brancas num fundo preto.
    Viagem demais?
    Vocês mostrarão a peça antes de ser veiculada?

  • nadja disse:

    Sugestão III.

    Acho que a idéia III deve ser próxima ao do post acima, pois mesmo após tantas conquistas muitas mulheres são vistas com esteriótipos de consumo, e outras ainda “compram” esse modelo. Deverá ser algo que “quebre” esse paradigma, e mostre que muitas de nós não nos interessamos apenas por fofoca, sexo, comida e homens.

  • nadja disse:

    GENTE, ME DESCULPEM. MAS ESSE TEXTO VALE A PENA SER LIDO.

    Feliz dia internacional da mulher?

    Em homenagem aos 150 anos do dia Internacional da Mulher, uma editora me presenteia com três revistas: uma me ensina como receber visitas e me dá receitas deliciosas e práticas de pratos e coquetéis; a outra me informa aonde os artistas passaram o carnaval, enquanto a terceira me instruí sobre mais de 10 novidades que eu PRECISO (o destaque é da revista) saber sobre o sexo e como ficar mais bonita.
    Estamos em março de 2007, e para uma das maiores editoras do País tudo que uma mulher moderna precisa é: dicas sobre comida e sexo e notícias sobre a vida dos artistas. A revista que me oferece informações sobre o sexo é a mesma que, há 30 anos, ensinava minha mãe a preparar delícias para o marido. Tanto tempo e tanta luta pela igualdade sexual depois, a revista me transforma no prato principal.
    A “homenagem” desta editora é uma amostra de que a mulher ainda
    não é vista como ser pensante, atuante e interessada em coisas além das quatro paredes da casa em que vive. E não é só a editora. A sociedade de uma maneira geral ainda não nos vê como cidadãs plenas. Não nos dá o direito de termos creches gratuitas para deixar os filhos enquanto trabalhamos, de tratamentos dignos durante o pré-natal e na hora do parto.
    Não temos nem o direito de poder optar ou não por uma gravidez. No trabalho, somos muitas em cargos intermediários, mas pouquíssimas no topo. E se o filho adoece ou há problemas na escola, somos nós e não o pai quem tem que faltar ao trabalho. Não nos facilitam em nada. Se querermos ser mãe e trabalhadora, problema nosso. E, se tudo isso ainda não bastasse, o Governo está estudando a possibilidade de aumentar em cinco anos o tempo para nos aposentarmos.
    Não importa se somos juízas, balconistas, engenheiras, militares,
    bancárias, parlamentares, médicas ou empregadas-doméstica. Neste país, para muito deveríamos nos contentar com as revistas de fofoca, de receitas e com aquelas que nos ensinam ssermos melhores na cama.
    Ou seja, experts em agradar aos homens. É este o lugar que a sociedade patriarcal e conservadora repetidamente nos aponta como naturalmente nosso. E ainda nos dão feliz Dia Internacional da Mulher….

    Maria Mirtes Guimarães é jornalista e leitora do blog do noblat.

  • nadja disse:

    Talvez a minha idéia não foi entendida da forma com a qual foi colocada.

    A minha idéia é mostrar que nós mulheres, não queremos competir uma com as outras e sim nos ajudar para conseguir dar conta de tantas cobranças da sociedade. O espiríto competitivo é natural e necessário, mas ele ser usado de forma a não prejudicar o outro, pois é um tiro no próprio pé. E não pode ficar parecendo um fórum de discussão pra ver quem é “a melhor” …. lamentável.

    Sugestão II

    Uma mulher morena ou negra sentada numa cama, ajudando a filha a passar o primeiro batom e se divertindo com aquilo. No quarto bem simples, haverá livros, cds … Isso dará uma “idéia” de que o ideal de feminilidade, e de um contato próximo com a mãe e dessa conexão poderosa que está conosco uma vida inteira.

  • Ericsson Barbosa disse:

    Ola,

    Primeiro gostaria de parabenizar aos “culpados” pela iniciativa…

    Pensei em algo que seria intitulado como “O Mundo sem você” esse mundo não teria a participação nem o toque feminino, um mundo sem graça onde os homem andam e vivem sem esperança.

    Como passar a ideia: Na imagem teria um parque de diversoes sem funcionamento, vazios, o que passa a ideia de que não há crianças no mundo…

    Ou uma avenida com varios homens passando em horario de rush, fotot em preto e branco…

    Sempre com mensagens com os dizeres ” Pq assim seria o mundo sem as mulheres”

    Bom espero que tenham gostado!!!

    Abraços pra quem for de abraços e beijo a quem for de beijo

  • Que tal se inspirar no filme e no título do filme ” Dos que as mulheres gostam” ou a nossa versão brasileira ” Se eu fosse você” (fico me perguntando pq tanta coincidência, deixa pra lá, os dois forão temas abordados de formas parecidas com um grande contexto e com … digamos assim… ferramentas de trocas de anormalidade diferentes)
    É por que o engraçado é que se passa em uma agência de publicidade e propaganda, envolve todo o um contexto, que o homem não entende a mulher e não faz quase nada pra entender… Mostra um Cara roubando boas idéias surgida de uma mulher ou um cara se enbaraçando no papel de ser mulher. E que o que para nós mulheres virou quase rotina, como depilar e outras coisitas a mais para os homens seria uma tortura. Cara é um otimo ponto de vista, mas o foco é a mulher e não o homem, nada de competição no anúncio. Nada maxista nem feminista. Tantas idéias postadas aqui que um anúncio de continuidade seria bem bacana … Ah, que tal deixar os dizeres ” Dia Internacional das mulheres” como se fosse a assinatura do cliente, embaixo na direita. Se precisar de sugestão tô disposta a participar da reunião de brainstorn, quem sabe essa chuvinha de final de semana não ajude na criação. Grande Beijo.

  • Mulher… Não concordo com o lado de guerrilha, parece que nós mulheres estamos incistindo na guerra pelo espaço (a famosa guerra dos sexos), pelo qual sempre escuto o tal comentário machista ” não era isso que vocês queriam igualdade entre os sexos, então faz assim ou assado”, tirando a ironia da parte dos homens, é muito engraçado, mas parece que mais do que ninguém (não querendo dizer, ‘mais do que os homens’) nós mulheres sempre estamos em transições de fases… e não tem verdade absoluta naquela famosa frase ” mulher e/ou homem é tudo igual só muda de endereço e blá,blá,blá” Fico pensando cara como nos preocupamos com o que falar e ainda temos que tomar cuidado pra não dar margens para más interpretações, trabalhando com a comunicação mais ainda, independente se sou uma graduando de publicidade e propaganda ou uma vendedora de loja. Sempre tem aqueles caras que “mete as caras”. A mulher … é verdade confesso somos ou sou bastante indecisa, em relação ao amor prefiro não tentar expliacar, pois não é uma tarefa fácil, mas sempre tentamos ver os lados das coisas, somos preocupadas com os vários detalhes que estão ao nosso redor… é a sobramcelha que esta crescendo o irmão que é grosso só por que vc está bonita demais, os conhecidos que te julgam por tudo, a tpm que foge do nosso controle e equilibramos todo o nosso universo feminino (casa, trabalho, estudos, melhoras ou baixas, amores, amigos, parentes e a aparência) A estima que fica baixa pelo cabelo feio, ou o comentário ridículo que aquela vizinha fofoqueira fez, o mal humor do meu colega de rotina hoje e a busca pelo o eterno equilibrio psicologico. É ser mulher não é fácil, mas imagina se fossemos homens, o incontrolavél é bem mais fácil de se perceber.Apesar de não ser uma tarefa fácil ser mulher mostramos e demostramos o quanto somos importantes no dia – a – dia.
    Me lembro de várias vezes que fui parada por outra mulher para perguntar a cor do meu cabelo ou quando entro em uma loja de cosméticos uma mulher me aborda e me pede a opnião da cor do seu cabelo, falando em cabelo, já percebeu o quanto a auto estima da mulher depende do cabelo… É mesmo, toda vez que estamos com o cabelo feio, nos sentimos hororrosas, nada pior. É por isso que não escuto ninguém quanto me falam, nossa seu cabelo é tão lindo e bom, por que você não o deixa crescer.. Resp: Pq já passei a minha adolescência inteira tentando criar uma personalidade só minha e quando me encontrei (o que são momentos raros) resolvo e pronto, pode me chamar de cabelo de fogo ou pica pau, meu cabelo vai continuar vermelho e curto até eu decidir trocar, confesso que o tom e o corte eu troco. rs. Enfim, acredito que o ideal seria transmitir no Dia internacional da Mulher o quanto temos um papel importante, mas nada de contrapostos homensXMulheres… nada a ver o dia são das mulheres, e mulher elegante… acho que o melhor caminho seria mostrar a mulher o simples que é belo. Isso sim é um momento legal, afinal ser bonita qualquer mulher consegue ser com um pouco de tratamento de pele, maquiagem, boas roupas e em último caso a famosa plástica, mas ser simples, cemblante bom e roupas leves que transmita tranquilidade e não o peso de ser mulher (é o que eu acho quando vejo mulheres muito produzidas, com rosto quase que pintado na tela de um quadro). Ta aí um grande exemplo é o postado pela Elisa, da calsa jeans que virou short, a blusa com manga modificada, e o tênis sem cadarço. Quantas mulheres reciclam ou inovam a sua roupa antiga para uma velha nova roupa. Boa sorte no anúncio. envie notícias.

  • Rafael disse:

    Outra idéia.

    Imagem: Mulher elegante, bem vestida. Provavelmente uma empresária ou diretora de empresa.

    Título: Mesmo magras as mulheres estão conquistando cada dia mais espaço.

    8 de março, dia internacional da mulher. Homenagem da Lapisraro.

  • Rafael disse:

    Pensei no seguinte anúncio para mostrar a diferença no dia-a-dia dos homens e das mulheres.

    A página será difivida na vertical.
    À esquerda sequencia de fotos da mulher. À direita, do marido.

    1 – esposa tomando café – marido tomando café
    2 – esposa deixando crianças na escola (com pressa) – marido chegando ao trabalho (tranquilo)
    3 – Esposa chegando no trabalho (correndo) – marido lendo jornal no escritório
    4 – esposa buscando crianças na escola – marido almoçando tranquilamente
    5 – esposa trabalhando – marido trabalhando
    6 – esposa chegando em casa – marido também
    7 – esposa ajudando crianças com o dever de casa – marido assistindo TV
    8 – esposa colicando crianças para dormir – marido indo dormir
    9 – esposa organizando material escolar das crianças – marido dormindo
    10 – esposa arrumando as coisas p/ dia seguinte – marido dormindo
    11 – esposa dormindo – marido dormindo

    Título (depois de tudo isso): Quem é mesmo o sexo frágil?
    8 de março, dia internacional da mulher. Homenagem da Lapisraro.

  • Rebecca disse:

    Zé pequena,

    Acho que posso te dizer o que a Clarice disse pro Chico – gosto de você porque você tem candura, e isso é muito difícil de encontrar.

    Beijo amoroso pra todas vocês!!!

    ps: com esse carinho todo, não saio mais daqui…

  • Cristiana Guerra disse:

    Rebecca, eu amo você.

  • viviane disse:

    Noooossa…q curiosidade curiosa :S rs…

  • Cristiana Guerra disse:

    Dia da mulher o caralho. Meu nome agora é Zé Pequeno.

    Queria fazer um anúncio com esse título. Como ficaria um pouco chocante, que bom ter esse espaço pra colocá-lo. Acho que ele resume o que vai na minha alma.

  • Cristiana Guerra disse:

    http://www.pco.org.br/conoticias/mulheres_2006/6set_matriarcal.htm
    Será que nesse lugar se comemora o dia internacional do homem?

  • viviane disse:

    Pq sempre uma mulher linda ???

    Qq mulher é linda galera…

    …vms pensar em algo diferente….

  • ju dias disse:

    Penso em uma imagem muito delicada de uma mulher de mais ou menos 25 anos. Linda, com seus cabelos cacheados.No seu colo, colocamos um nenem.

    O título pode ser: Mulher, amiga, amada, mãe.

  • Rebecca disse:

    Com certeza, Carla. Colaborar pressupõe uma escolha. Ou várias…

    Eu acho a iniciativa muito bacana. E divertida também, porque poderemos ver o que as pessoas pensam… aliás, já estamos vendo…

    Nos comentários, até agora, estou sentindo uma espécie de desejo mais ou menos explícito na direção de uma “troca” (ou de um questionamento) de “papéis”.

    Eu disse antes que um dos problemas é a diferença tomada como polarização (onde um pólo é sempre positivo e o outro negativo), mas essa coisa dos papéis sociais é que, na superfície, faz a (re) marcação da polarização – Quem fica onde, quem faz o quê, essas coisas é que, na prática, reforçam a diferença-humilhante ou a diferença-exaltante…

    Mas falando nisso, vcs conhecem o trabalho da Priscyla [http://pryscila-freeakomics.blogspot.com/]?
    É uma cartunista que trabalha justamente com essas questões, sempre com um humor refinadíssimo. E diga-se de passagem que esse “lugar” do humorista é super masculino…

  • Camila disse:

    Título em negrito: DIA INTERNACIONAL DA MULHER. OU SERIA DIA INTERNACIONAL DA LUTA.

  • carla madeira disse:

    Rebecca, é muito legal o que você disse e como disse. Se as pessoas desejam colaborar nesta reflexão eu acredito que ela fique mais rica. Esse anúncio não é de clientes, não estamos sendo remunerados para fazê-lo. Fazer anúncios é o nosso negócio, não temos nenhuma dificuldade em fazer anúncios sozinhos. Mas neste caso, entendemos que o processo de discutir publicamente as possibilidades do que dizer será infinitamente mais rico do que qualquer coisa que venha a ser dita através do anúncio. Tenho um pouco de dificuldade em entender a relação vertical quando existe liberdade de escolha real, as pessoas podem escolher colaborar ou não.

  • Pedro G. disse:

    Penso em um anúncio só de título, com as frases
    do Ney Matogrosso:

    Ser um homem feminino.
    Não quero meu lado masculino.
    Se Deus é menina e menino.
    Sou maculino e feminino.

    Homenagem do Jornal PropMark ao dia de todas as mulheres.

  • Cristina disse:

    E se fosse uma mulher meio caída, tipo o Bussunda, abraçada com um cara bem gostoso? Esse cara podia estar segurando uma cerveja pra ela, por exemplo.

  • Cristina disse:

    E se fosse um cara bem gostoso segurando dois bebês no colo, enquanto empurra um carrinho de supermercado?

  • Marlene disse:

    Uma idéia:

    Foto: uma mulher linda, tipo Nossa Senhora, segurando uma mamadeira e um lap top.

    Título: Mulher, mãe, guerreira, heroina, superior.

    Bem, acho legal isso.

  • Cristina disse:

    E se fosse um cara bem gostoso segurando uma cerveja gelada na bandeja?
    Homenagem da Lápis Raro ao Dia Internacional da Mulher.

  • Matheus Lacerda disse:

    De verdade, achei a idéia muito interessante…

    Pensemos o seguinte… Temos que nos cuidar para não ficar algo feminista de mais, como sugerisse que a mulher é um ser superior e tal. Mas também temos que evitar algo muito manjado, como a mulher guerreira e batalhadora.

    Acho interessante a visão de apaixonante que a mulher é em todas as suas faces. Temos a Mulher Mãe, a Mulher Amante, Mulher Profissional, Mulher Amiga, e somos apaixonados por todas elas. Então, acho interessante colocar a imagem de um homem “babando” e uma frase de efeito, tipo demonstrando a fraqueza que nós temos por vocês, mulheres.

    Talvez um AD com a imagem de um Homem, aprox 35 anos, bem vestido (um terno, mas com a gravata afrouchada) com uma mão na cabeça (nos cabelos) e assentado no chão… um olhar como se o mostrasse perdido, apaixonado e com uma frase tipo insinuando que este dia é apenas mais um dia delas, além dos outros 364!

    Não sei… pode ser trabalhada, mas acho que de início, é uma idéia bacana.

    Parabéns pela iniciativa!

  • Rebecca disse:

    Acho que a questão não é entre horizontais e verticais, ou entre quem ganha e quem paga. Eu acho que é uma questão de colaboração. A web 2.0 é colaborativa, muitos seres diferentes fazendo um mundo um pouco mais co-laborativo (trabalhar junto).

    Aliás, pensando também na questão das mulheres, o problema sempre é a “diferença”, mas uma diferença que precisa ser (cada vez mais) entendida como diferença pura, e não como inferioridade (mulher objeto) ou superioridade (mulher deusa), como acontece normalmente.

    Também não é a questão de ficar escarafunchando pra saber se as diferenças são naturais (leia-se divinas…), ou culturais. Isso é importante, mas o mais certo é que cada mulher – e cada homem – reúne em si aspectos naturais-genéticos e culturais (estereótipos, criação, etc.) que fazem dela – e dele – o que é, diferente de todos e parecido com muitos.

    Para diferenças polarizadas (alto/baixo, fora/dentro, esquerda/direita), a tendência é sempre hierarquizar. Historicamente, o que fica no topo da hierarquia é (quase) sempre o mesmo pólo (o alto, o dentro, a direita, o homem, o branco, o magro, o jovem, etc. etc. etc.).

    A idéia é diferenciar mais horizontalmente, como no mundo das notas musicais ou das cores. Por exemplo, o dó não é melhor ou pior do que o ré, é só diferente. Esse tipo de diferença pura todo mundo entende. Juntas, as 7 notas e suas variações co-laboram nas mais variadas direções e criam esse mundo musical infinito que vemos aí…

    Eu, mulher, feita de idéias-sobre-o-que-é-ser-mulher vindas das mais variadas fontes (arquétipos, genética, estereótipos, preconceitos, família, repressões, recalques, cultura, grupo social, filmes assistidos e livros lidos, professoras adoradas na infância, etc. etc. etc.), proponho, muito simplesmente, que colaboremos uns com os outros para construir um mundo melhor.

    Mundo melhor, pra mim, é um mundo onde os diferentes até brigam (e muito). Mas não pra saber quem é melhor ou pior. As brigas são pra saber quantas escolas construir, quantos empregos criar, e de que forma, quantos países famintos ajudar e de que maneira, como reciclar melhor nosso lixo, como educar nossas crianças, etc.

    Nunca teremos consenso, mas pelo menos estaremos fazendo coisas. Construindo coisas. Diferentes coisas.

    Porque, como já sabia o Ferreira Gullar, “variados são os modos como uma coisa está em outra coisa (…), cada coisa está em outra de sua própria maneira e de maneira distinta de como está em si mesma”.

  • ricardo disse:

    Bacana a iniciativa. Mas o mundo 2.0 é um mundo horizontal. Não tem nada de vertical. A agência vive de fazer anúncios, e seus profissionais são pagos pra isso. Um anúncio só é 2.0 quando remunera quem cria. Caso contrário é apenas um favor que a comunidade faz pra agência, não uma interação.

  • Victor B.V. disse:

    Oi, pessoal,

    acho que não vai ajudar no anúncio, mas como é brain-storm, achei que seria válido colocar algumas curiosidades sobre fêmeas no mundo animal…

    A sociedade das hienas malhadas é matriarcal; as fêmeas são maiores e mais agressivas que os machos. Mas o mais curioso é que as hienas fêmeas têm um falo! Na verdade é um clitóris super desenvolvido, tão grande quanto o pênis do macho. Elas inclusive têm ereção e “acasalam” com outras fêmeas.

    A longevidade das fêmeas é geralmente maior que a dos machos, mas no caso da aranha caranguejeira a diferença é muito grande… as fêmeas chegam a viver 25 anos, enquanto os machos raramente sobrevivem à primeira cópula, já que são devorados pela parceira.

    Essa todo mundo deve saber, mas não deixa de ser curioso: na relação entre cavalos-marinhos, quem fica “grávido” é o macho. Sempre questionei se não é só uma questão de nomenclatura (não seria mais fácil chamar de fêmea quem fica grávido?), mas os biólogos têm lá suas razões e explicações.

    Nos peixes-pescadores de profundidade, a fêmea é 20 vezes maior que o macho, e estima-se que existam 15 a 20 machos para cada fêmea. Quando encontram uma, os machos dão-lhe uma mordida e ficam ali grudados pro resto da vida. Seus corpos se fundem, a circulação torna-se comum aos dois e o macho fica reduzido à condição de escravo sexual, a serviço da parceira.

    Em algumas espécies de peixes e anfíbios, dependendo da idade e da necessidade, os machos podem mudar naturalmente de sexo e inclusive ter crias.

    E o que tem tudo isso a ver com o Dia Internacional da Mulher? Bem, sociedade matriarcal; inversão de papéis; mulheres sustentando homens… acho que tem a ver com o que vem ocorrendo na nossa sociedade nas últimas décadas.

  • viviane disse:

    essa é a idéia Carol …

    A mulher não deixou de ser uma coisa para ser outra.
    Sempre fomos…
    Sempre somos …
    Sempre seremos…

    😉

  • […] Continuando o assunto da participação, a Lápis Raro, agência de comunicação mineira, da qual eu agora também faço parte, iniciou uma ação no blog para a criação de um anúncio participativo ou 2.0. […]

  • Carol Martins disse:

    Quem somos nós? De onde viemos? Para onde vamos? Por que estamos?
    A mulher não deixou de ser uma coisa para ser outra. Nós sempre fomos. Nós sempre somos.
    Não se trata de evolução, se trata de presença. Uma presença que sabe quando se manifestar e como fazê-lo.
    Eu, como mulher, gostaria de uma homenagem com a minha cara, estampando o rosto de alguém que é, que existe e se faz presente, e acaba por se tornar um presente. Um presente para si mesma.
    É essa homenagem que eu gostaria de ter no meu dia. No nosso dia.

  • viviane disse:

    Eu acho que tem certas ideias que estão sem graça … não vejo novidade em MOSTRAR que a mulher é guerreira … competições entre mulheres … os sexos … enfim.

    Como vc disse, ai na agência são três mulheres na direção (se precisar de mais uma to aqui 😛 ) … imagina o quanto isso é maravilhoso …
    talvez mostrar algo como “dom natural” … ( até pq eu vejo assim ) …

    Tdo mundo estuda….luta pra conseguir as coisas…. hoje em dia todos somos guerreiros … mesmo a história das mulheres sendo mais

    dura..rs..

    Algo como mostrar a mulher “superior” sem ser forçado … para as pessoas quando verem não imaginar …”olha onde as mulheres estão HOJE…” e sim como algo normal …

    Não sei se deu pra entender o que eu quis dizer… mas é isso…

    Abs a todos… principalmente a Cris Guerra.

  • nadja disse:

    muito bacana e eu concordo com a frase: não é uma questão de gênero, e sim sermos apaixonadas por aprender e por comunicação [2] …

    obrigada pelo comentário em meu post, e como funciona? eu tenho q sugerir um anuncio? vou pensar com carinho, e te responder.

    mas de antemão, eu pensei em um.
    uma mulher, vestida em um colete cheio de pinduricalhos: mamadeira, bloco de notas, caneta, celular ou outro equipamento eletrônico, como um pda. e a frase: não queremos competir, e sim compartilhar. não queremos jornada tripla e sim união…

    p.s. o ideal seria falar das jornadas que caem sob a mulher, e os esteriótipos que nos cercam como ” mulher não quer chefe mulher”; “mulher compete uma com a outra”; “a mulher só se preocupa com o seu homem, e não com política e economia”; ” a mulher pra casar tem que ser semi-virgem” e outras coisas …

    nadjpereira@gmail.com

  • germano.br disse:

    “mulher guerrilheira”
    de guerra dos sexos à guerra do mercado de trabalho, vitoriosa só em lutar.

    (foto ou ilustração) de uma mulher, 25 anos, descontraída, com um capacete militar na cabeça “mau colocado”, dedinho em forma de “arma”… uma coisa bem sapeca mesmo.

    acho q dá um AD divertido, ok, ok… na verdade não não se trata de uma idéia completa, vi o post em uma comunidade e passei pra conferir a iniciativa do Brainstorm coletivo.

    acho tb q o anúncio é um retrato legal para as mulhers da nova geração pararem pra pensar no quanto suas mães e avós já tiveram q lutar para que elas tivessem toda essa liberdade hj. além do AD reforçar esse espírito de luta, e, um espírito que eu acho que é meio LR, com três mulheres a frente de uma agência…

    que diga-se de passagem, uma das melhores… parabéns pela iniciativa!

  • Rebecca disse:

    Isso merece tempo.

    Vou preparar algo com muitíssimo carinho.

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