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Diário de Bordo

Lápis Raro
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Babel.

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A Rebecca falou em um post anterior sobre traduzir o intraduzível. Vi um livro na Quixote sobre palavras que só existem em determinadas línguas e confesso que considerei a possibilidade de resolver várias questões de comunicabilidade com a ajuda dessas palavras. Saudade só existe em português? Procure saber então o que os checos querem dizer com litost. Ou o que os dinamarqueses sentem quando sentem hyggeligt.
Um outro site me informa que a palavra mais intraduzível do mundo pertence à língua Bantu de Tshiluba (uma vez conheci um cara que falava Bantu de Tshiluba). Tá preparado? Ilunga. Essa palavra é usada para uma pessoa que está pronta para perdoar qualquer abuso uma primeira vez, tolerar uma segunda vez, mas nunca, nunca uma terceira vez. Pensando bem, o pessoal do Congo até que é bem indulgente.

Mas, Rebecca, Clarice disse uma vez que pra muita coisa importante falta nome. Só que isso é assunto para outro post.

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Comentários:
3
  • Camila disse:

    ops…
    Significado*

  • Camila disse:

    Ahhhh tá!

    Agora sim…
    Voltei pra ver e adorei o segnificado!

    Abraços!

  • Acho que intraduzível mesmo é viver… que o diga a Clarice, pra quem viver não era “relatável”, pra quem viver não era “vivível”!

    Adorei a palavra Ilunga… que coisa isso de uma palavra dizer todo um código de conduta… se bem que temos isso por aqui também, mas nem sempre os “códigos” de conduta ficam muito claros…

    Enfim, esse assunto dá mesmo um outro post. Aliás, outros posts… Vou ficar esperando!

    E que bom que vc gostou do meu blog, Cristina. Fiquei super feliz!

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