Toda vez é a mesma coisa.
por Cristiana Guerra 14 de agosto, 2009, 17:39
por Cristiana Guerra 14 de agosto, 2009, 17:39
por Cristiana Guerra 26 de setembro, 2008, 10:31
Você tem uma grande idéia para ajudar alguém?
Multiplique por Google e ajude muito, muito, muito mais gente.
Acesse, conheça e espalhe por aí.
Se o Google quer dominar o mundo, que ao menos ele domine um mundo melhor.
por Cristiana Guerra 5 de junho, 2008, 10:59
Se você não tem a pretensão de, pode acabar conseguindo.
por Cristiana Guerra 16 de maio, 2008, 13:46
Li uma história que me lembrou esse filme, que entra em cartaz hoje. Eu recomendo – o filme, não a história. Não é só porque tem minha querida amiga Cynthia Falabella no elenco, mostrando mais uma vez a grande atriz que é. E nem só porque tem nossos amigos Thales Bahia e Lucas Gontijo, além de outros diretores talentosos. Também não é só porque o elenco é da Ana Régis, a direção musical é do Ronaldo Gino. E eu posso estar esquecendo muitas pessoas. É cinema que dá gosto de falar que é nosso. Além de ter sido resultado de anos e anos de trabalho suado, o filme merece aplausos por roteiros, elenco, direção, fotografia, montagem, trilha. Merece você na platéia.
por Cristiana Guerra 9 de abril, 2008, 11:18
E se você vira revolucionário, mas sua filha ainda é patricinha?
Poderia ser a minha história, pois nasci em 1970. Infelizmente não é.
“A culpa é do Fidel” é a minha primeira boa surpresa no cinema em 2008. Uma discussão sobre esquerda e direita pela perspectiva de uma menina de 9 anos. Destaque para a fotografia, que ajuda a colocar o filme entre aqueles que realmente conseguem nos colocar na pele do outro – coisa difícil de se conseguir na vida, quiçá no cinema. Lindo, lindo, lindo. Com boas risadas garantidas. Para o meu gosto, duraria 15 minutos menos. Mas merece aplausos mesmo assim. Não vou falar mais nada. Melhor você assistir.
por Cristiana Guerra 28 de fevereiro, 2008, 11:16
O mundo moderno tem lá suas vantagens. É verdade que o planeta inteiro se mudou pra dentro do computador e pagamos um preço muito alto por passar boa parte da vida em frente à tela. Mas o lado bom é que algumas coisas ficaram bem mais simples. O que nos custou, claro, outras coisas mais complicadas que passaram a nos ser exigidas. Mas isso é assunto para outra hora.
O fato é que, nesse cenário, sempre me incomodou uma coisa que permanecia praticamente inalterada: a ida ao supermercado. Mesmo com carrinhos amplos. Mesmo com a fila para 10 itens. Mesmo com estacionamento grátis. Mesmo com o revolucionário código de barras, que já completa 40 anos de existência.
Ninguém até hoje tinha conseguido alterar o aspecto absolutamente imbecil dessa tarefa:
pára o carro no estacionamento,
pega o carrinho,
pega o produto e coloca dentro do carrinho,
pega o produto e coloca dentro do carrinho,
pega o produto e coloca dentro do carrinho,
pega o produto e coloca dentro do carrinho,
pega o produto e coloca dentro do carrinho,
espera na fila do caixa,
pega o produto de novo e passa pela esteira,
pega o produto na esteira e coloca no saquinho
(não sem antes se sentir bem culpada por isso),
enfia de novo o saquinho no carrinho,
desce com o carrinho para o estacionamento,
abre o porta-malas.
Pausa para um dilema: se você fez todo o esforço para colocar as coisas mais pesadas na parte de baixo do carrinho, como é que você vai transferir essa mesma lógica para o porta-malas agora?
Alguns palavrões depois, você finalmente conseguiu.
Mas ainda precisa ir pra casa:
pára o carro na garagem,
tira cada sacola do porta-malas.
coloca no elevador em várias viagens
(porque na vida você tem que ter uma das duas coisas: marido ou elevador),
pára o elevador,
tira cada sacola e coloca dentro de casa,
tira da sacola e coloca cada-coisa-em-seu-lugar,
guarda os saquinhos
(ou a sacola ecológica, se você for mais evoluído que eu),
sente culpa de novo no caso de ainda usar os saquinhos.
Aí vem a pior parte: com o tempo as coisas acabam!!!!!!!
E dentro de no máximo um mês começa tudo de novo.
Esse meu mau humor perdurou até outro dia, quando, depois de tentar o delivery, descobri a Odete. A melhor “secretária” do mundo, que agora passou a fazer o sacolão, o supermercado, o açougue (sorry, eu ainda como carne) e o que mais for preciso nessa área. A Odete, sim, é sinal dos tempos. Todo mundo precisa de uma na vida.
Mas ontem, assistindo ao Jornal Nacional, eu vi a esperança no fim do corredor. Pelo menos a etapa da esteira será eliminada. Mal posso esperar para desfilar como uma manequim nesse momento, ao som da música “Pretty woman”, do filme de mesmo nome. Poderosa e feliz.
Tudo bem, ao chegar em casa voltarei a ser a gata borralheira. Até que inventem o “personal-supermarket-colocator” pra guardar tudo pra mim.
por Cristiana Guerra 11 de fevereiro, 2008, 11:44

1. Não, ela não quer falar sobre isso.
2. Sim, ela teve coragem. Ao contrário de você, que está pensando em fazer uma tatuagem há 14 anos.
3. Não, ela não se arrependeu.
4. Ela é tatuada, não tatuadora. E não quer dar a você todas as dicas de como, onde, quando e que desenho tatuar.
5. Cuidado com perguntas do tipo “Você trabalha com tatuagem?” se não quiser ouvir respostas do tipo “Sim, eu não tiro a tatuagem para trabalhar”.
6. A não ser que pinte um clima, não saia botando a mão.
7. Não, ela não é um outdoor, nem um pássaro, nem um avião. Pessoas tatuadas não gostam de ser assistidas como se fossem um filme. Nem de ser observadas e avaliadas como num programa de calouros. Evite dar voltas em volta dela, olhando de cima a baixo.
8. Pode parecer estranho, mas, não, ela não quer chamar atenção. Pode parecer ainda mais estranho, mas as tatuagens são desenhos dela para si mesma, não para os outros. E têm muito mais a ver com o que ela quer dizer para si mesma do que para o mundo.
9. Perguntas do tipo “E essa aqui, o que significa?” só significam uma coisa: você é um chato. Gostaria de ouvir perguntas do tipo “O que significa o seu cabelo chanel?”
10. Proibido fotografar, filmar, tocar ou comer no recinto.
11. Não, ela não quer pensar em um desenho para você tatuar.
12. Sim, ela respeita se você achar ridículo. Mas nem tudo precisa ser dito. Ou ela será obrigada a opinar sobre o seu enorme brinco de pena.
13. Doeu, sim. Mas o que dói mesmo é esse seu olhar de turista.
14. Sim, ela já sabe que você é louco pra fazer uma, mas nunca teve coragem. A pergunta é: “E daí?”
15. Não, ela não tem tatuagem onde você está imaginando.
16. Sim, ela trabalha num lugar muito democrático. Ou usa terno e gravata.
17. Enfim, anotaí: Kaká – (31) 3225 7092 (fica na Fernandes Tourinho, entre Levindo Lopes e Bahia)
por Cristiana Guerra 7 de fevereiro, 2008, 17:04
Reunião em véspera de Carnaval dá nisso.
Daniela de Paula (Lápis), Cristiana Guerra (Lápis) e Flávia Louzada (gerente de marketing do DiamondMall) reunidas para aprovação de campanha.
por Cristiana Guerra 23 de novembro, 2007, 18:20
A Lápis é a nova agência de comunicação da Pif Paf Alimentos, maior empresa frigorífica de Minas e uma das dez maiores do Brasil. Ganhamos a conta depois de um processo de concorrência entre agências de Belo Horizonte e vamos realizar um trabalho completo de gestão de marca, do jeito que a gente gosta e acredita.