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O Dengue Ville dá o que falar

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O mais recente trabalho da Lápis para a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais tem sido o assunto do momento.

Todo mundo está falando do Dengue Ville: “o jogo no Orkut que ensina a ‘exterminar’ o mosquito da dengue” [G1], ou o “Jogo que tem como objetivo conscientizar internautas sobre os perigos da doença” [IGTecnologia] ou jogo que “Na onda de games sociais, mira o combate à doença.” [Folha Online]. Mas agora  chegou a hora de nós falarmos sobre ele.

Na verdade, um dos grandes problemas da dengue está relacionado aos hábitos. As pessoas já têm o hábito de molhar a plantinha, de guardar as garrafas velhas para quem sabe usar um dia, e de um monte de coisa, sem se preocupar em evitar a água parada.  E neste caso, é preciso ensinar as pessoas a mudarem seus hábitos, ou pelo menos adicionar algumas tarefas  nos hábitos velhos.

Como todo mundo sabe, mudar hábitos é algo bem difícil, apesar de não ser impossível. E em certos casos, além de tentar mudar os hábitos em pessoas que já os têm, vale apena investir naqueles que estão criando novos.

Essa é uma das muitas justificativas do porquê fazer um jogo no Orkut. Atingindo um público mais jovem, é muito mais fácil criar uma consciência em torno da doença e de demonstrar ações que podem acabar com os focos de transmissão. Isso vai gerar cidadãos mais preocupados e cientes do que fazer para evitar que a doença se alastre.

Com menos de uma semana duas semanas no ar e ainda em Beta (versão de teste), o Dengue Ville já é um sucesso. 20.100 56.425 pessoas já adicionaram o aplicativo ao seu perfil do Orkut e já conta com um respeitável número de matérias sobre o mesmo.

Inclusive ontem mesmo a Rede Minas esteve aqui fazendo uma matéria sobre ele.

Rede Minas entrevistando a Ju Sampaio

A lógica do Dengue Ville é bem simples: quanto mais você realiza ações que eliminam os focos do mosquito, como esvaziar garrafas e pneus ou colocar areia nos pratos das plantas, mais pontos você ganha e assim avança de nível.
O jogo se passa em um cenário que inclui um quintal, o espaço público (praça, ruas, jardins, lotes vagos), um hospital, construção e outras áreas.
dengueville 1

De acordo com as ações que o jogador faz, mensagens didáticas sobre as mesmas vão sendo mostradas e também aparecem nas atualizações. Assim, as atividades que eliminam o mosquito da dengue se reverberam para toda a rede de amigos do jogador.

O jogo também busca a interação através de ações que só são possíveis de serem realizadas com a ajuda dos amigos. Cobrir a caixa d’água e realizar mutirão para recolher pneus velhos são algumas delas. Assim, o jogador acaba convidando mais e mais pessoas para ingressar no jogo.

dengueville 2

Mas o Dengue Ville procurou não se basear apenas no Orkut. Uma série de outras ações buscarão dar suporte ao mesmo, como por exemplo a utilização do Twitter com os perfis @denguemosquito e @matadordadengue, além de vários banners distribuídos em diversos sites.

O mérito desse sucesso cabe à equipe de Web da Lápis, que teve a ousadia de criar e propor uma ação como essa, e da Secretaria de Estado da Saúde, que teve a coragem de aprovar o projeto.

No geral é isso.

Agora acessa lá, se divirta e aplique o que você aprender jogando no seu dia-a-dia.

http://dengue.nu/orkut

Dengue Ville
Direção de web: Juliana Duarte
Direçao de criação: Carla Madeira e Juliana Duarte
Atendimento: Flávio Andrade
Direção de Atendimento: Simone Moreira
Planejamento: Juliana Duarte; Juliana Sampaio,Thiago Machado, Antonio Junior, Andressa Abras e Andre Fonseca (Dito Idéias & Soluções)
Arquitetura de informação: Thiago Machado
Direção de Arte: Diogo Motta
Redação: Juliana Sampaio
Programação Flash: Antonio Junior
Integração com o Orkut e programação do sistema: Dito Idéias & Soluções
Ilustração: Clermont Cintra
Aprovação do cliente: SES- Gisele Bicalho e Thiago Peixoto
SECOM- Jane Faria, Sérgio Esser e Cláudia Ferreira
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