Pra quem julgava que o o funk carioca tem letras rasas como um pires, este post está aqui pra provar que a complexidade narrativa de uma letra de funk aliado a linguagem nouvelle vague pode criar um clássico cult capaz de fazer qualquer crítico pensar duas vezes antes de imaginar esse cruzamento “bizarro”. Com vocês : L’Atolerette (em português= Atoladinha)
via colmeia





Mooooooooooooooito bom! Truffaut relê Bola de Fogo. Nasceu um clássico!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Direção brilhante, apesar da narrativa um pouco arrastada em alguns momentos. O final surpreendente (inspirado em Cachê?) vale a espera. E que rebolado têm os franceses! Parabéns à iniciativa da empresa tabagista que financiou o filme.
Quase não esperei pelos créditos, pois achei que tudo já tinha sido dito. Foi aí que me ocorreu a fase mais surpreendente de toda essa releitura: os próprios créditos.
MC Boule de Feu
Tatit Casse-Baraque
Daisy Tigresse LaGrande
MC Mars LePetit
Les Cachorres
Les Popozoudes
Les Préparées
Le Bal Entier
Genial.
Também, com a participação de Jean Paul Sartre na produção, não dava para esperar outra coisa do filme.
Vcs são impossíveis!
Onde descobrem essas coisas?!
logo que vi que tinha um dedinho do zidane…
GENIAL !!!!!!!!!!!!!!!!!!