A Amazon lançou há uns dias atrás o seu leitor de livros eletrônicos. A promessa é grande, Jeff Bezos pretende que o Kindle, esse é o nome da geringonça, seja o i-Pod do mundo dos livros. As vantagens anunciadas são coisas do tipo: tem acesso wireless à internet, o que significa que você pode comprar um e-book de “qualquer lugar”; são 90 mil títulos à disposição; você não precisa estar conectado a nenhum computador para fazer o download. E mais, de acordo com a Amazon, a tela do leitor é tão simples de ler quanto o papel, pois utiliza partículas de tinta reais, reflete a luz como o papel comum e não brilha como as telas de outros aparelhos eletrônicos.
Eu sou uma pessoa completamente apaixonada por livros, gosto de ter, de pegar, de cheirar, de guardar. Não sinto a MENOR necessidade, nem tenho interesse, em ter um “Kindle”. Mas como a novidade está vindo de alguém que foi capaz de conceber um site como a Amazon, em um momento em que o comércio eletrônico ainda era quase um sonho, estou pensando se vale a pena dar um votozinho de confiança para o moço.
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Tenho a mesma paixão por livros que você, mas fiquei tentada com o brinquedinho! =]
Pra mim, isso é coisa do demo.
Assim como ainda gosto de ter cds, mas tenho um ipod, amo livros, mas acho que eu gostaria de ter um kindle. Acho que isso ainda me pega.
E o ipod, sozinho, não busca músicas na internet, né?
Hoje eu pensei uma utilidade para o kindle: fico vendo meu filho carregar uma mochila super hiper pesada, seria incrível se ele tivesse um com tooodos os livros e mais alguns.
Gosto de papel, de ir na última página, de voltar nas primeiras, sinto que tenho a história toda na mão quando tenho um livro na mão. Vou gostar muito se tudo isso conviver. Quero poder não escolher.
Também adoro o “objeto” livro… mas pra viagens (inclusive urbanas, tipo ônibus/metrô), por exemplo, o tal kindle pode ser ótimo… em vez de levar um livro pesadão que vc está doida pra ler, mas seria terrível ficar carregando, leva-se o brinquedinho…
Gostei.
ui credo que nojo