Ontem, pesquei um fragmento de conversa: “sou louca para ler o mundo”.
Fiquei pensando. Loucura saudável essa, não? Que bom que ela acomete muita gente. E melhor ainda: que bom que existem os que são loucos para escrever o mundo. Agora mesmo, olho para o meu criado-mudo e posso contar um, dois, três, sete livros.
Porque é bom demais usar os olhos dos outros para enxergar. E se eles convidam, quem sou eu para recusar?
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Sete livros e só um criado-mudo.
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